terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Notícias do dia..

  Olá, pessoal...
  O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no terceiro trimestre foi ZERO.... Com isso e a redução da expansão do primeiro e segundo trimestres e a expectativa do governo de encerrar o último trimestre do ano com uma expansão de 0,5% apenas, o crescimento econômico do ano não deverá passar de 3%. Segundo informações do jornal Valor, a queda (caso confirmado esse desempenho) será forte comparada a 2010. Mas, confrontada com a dramática crise na zona do euro e com o baixo crescimento da economia americana, não terá sido um resultado muito ruim...
  Agora, o grande desafio fica para 2012. Segundo a reportagem, a presidente Dilma Rousseff não quer que seus dois primeiros anos de mandato sejam de crescimento modesto. Este ano já se sabia que o nível de atividade teria que cair para um patamar abaixo do PIB potencial (estimado entre 4,5% e 5%) para conter o processo de aceleração da inflação que começou no segundo semestre de 2010. Nesse sentido, foram adotadas as medidas macroprudenciais no fim do ano passado e o aumento da taxa de juros que ocorreu até julho deste ano.

  A combinação do aperto no crédito ao consumo, decorrente das ações macroprudenciais, com a elevação do custo do dinheiro revelou-se mais potente do que imaginava o próprio governo. A atividade caiu. A inflação, que chegou à casa dos 7% em outubro, começou a cair. O IPCA será beneficiado até abril pelo efeito estatístico – saem os índices elevados de outubro a abril passados e entram variações mais moderadas agora.

  Porém não é possível ainda prever se a taxa de inflação este ano ficará mesmo no teto da meta de 6,5% com mas medidas tomadas ou se ultrapassará esse patamar.  Essa é uma informação que faz muita diferença para o Banco Central. Pois se o IPCA superar o teto da meta , o BC terá que escrever uma carta aberta ao Ministro da Fazenda explicando porque isso ocorreu e o que fará para reverter esse processo, dado que o compromisso do governo e a missão da autoridade monetária é de levar a inflação para o centro da meta de 4,5% no próximo ano.

  Já o Ministério da Fazenda, por sua vez, está empenhado em retomar a trajetória de crescimento em 2012 segundo o jornal. Espera que, no mínimo, a expansão do PIB chegue a 4%. Mas gostaria mesmo é que atingisse 5%. Em uma primeira avaliação, os técnicos da Fazenda acreditam que o aumento do salário mínimo e a queda dos juros já serão fatores suficientes para garantir em 2012 uma performance melhor do que a deste ano. Tomara...

 Bom, só nos resta acompanhar!! E que venha logo 2012.... Até a próxima!

Nenhum comentário:

Postar um comentário