quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

10 notícias que mexeram com o humor do mercado ao longo de 2011!

  Pessoal, boas festas!!!!

  Para finalizar o ano envio este link com as 10 notícias mais importantes que mexeram com os mercados em 2011. Achei interessante a reportagem do site de notícias Infomoney e compartilho com vocês.  www.infomoney.com.br/especial-2011-2012/noticia/2283654-noticias+que+mexeram+com+humor+mercado+longo+2011

  Muitas das notícias ainda estão atuais, prejudicando uma melhora em nossas cotações, mas em 2012 deveremos ter um crescimento mais sustentado e com isso, poder obter um resultado melhor. Entretanto o caso Europa está mais ativo que nunca, devendo atrapalhar algumas das boas possibilidades de melhora em nossos mercados. Vamos acompanhando as notícias..

  Fico por aqui. Um grande abraço, tenham um excelente revéillon!!!

  Até a próxima!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Último do ano...

 Olá, pessoal.... último post do ano... Afinal, todos nós (inclusive esta que vos escreve) merecemos uma trégua neste período tão gostoso entre o Natal e o Ano-Novo, não?

 Bom, fechamento de 2011 sem quase novidades... Esta trégua no noticiário europeu e a aprovação hoje no Congresso norte-americano dos cortes de impostos em folha de pagamento por mais dois meses assegurou um rali modesto de Natal nas bolsas no exterior. Mas é uma alta bastante cautelosa, visto que os problemas na zona do euro continuam os mesmos e sem solução à vista, como temos visto há meses...

 Ao mesmo tempo por aqui o mercado ainda está absorvendo o Relatório de Inflação e a queda para 5,2% da taxa de desemprego do IBGE, ambos divulgados ontem. As mudanças no compulsório sobre depósitos a prazo anunciadas ontem à noite pelo Banco Central, com o propósito de ajudar os bancos pequenos e médios a aumentarem os seus negócios de venda de carteiras, foram consideradas positivas. Se ontem o dia ainda reservou alguns anúncios importantes no Brasil e no exterior, que mexeram bastante em alguns mercados, hoje o clima de Natal esvaziou as mesas de operação.

 E a crise econômica internacional dominou a mensagem de Natal que a presidente Dilma Rousseff fez nesta noite em cadeia nacional de rádio e televisão. Em um pronunciamento de quase dez minutos, ela afirmou que o Brasil está tomando as medidas necessárias para uma “possível” piora no cenário. Já para 2012, Dilma prometeu redução de impostos, a retomada do crédito e estabilidade fiscal. Ela disse ainda que no novo ano haverá um “forte aumento do salário mínimo”. Hoje foi assinado o decreto que estabeleceu o salário mínimo em R$ 622,00, representando um aumento de 14,13%, passando a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2012.
  Já nos mercados acionários, a bolsa brasileira fechará 2011 em terreno negativo, pois já apresenta queda de mais de 17% no ano, enquanto os ativos das duas empresas mais significativas do benchmark acumulam baixas de cerca de 15% (Petrobras) e 14% (Vale).  Uma série de fatores pressionou os ativos das duas companhias ao longo do ano, que por terem um forte peso no benchmark da bolsa brasileira, ajudaram a puxá-lo ainda mais para baixo.
  Agora que 2011 está acabando, seguem as perspectivas para os papéis de Vale e Petrobras segundo dois especialistas consultados pela equipe Infomoney e que repasso a vocês, o Pedro Galdi, da SLW Corretora, e Carlos Müller, da Geral Investimentos. De acordo com as perspectivas de Müller, não há motivos para o investidor se animar no que diz respeito à Petrobras. "As ações ainda refletiram em 2011 o processo de capitalização, iniciado em 2010. Existem muitas dúvidas e incertezas sobre o pré-sal e de como serão feitos os investimentos da companhia, é possível até que uma nova capitalização aconteça. Por conta disso, o papel não terá uma performance acima do Ibovespa em 2012", explicou.
 Já sobre a Vale, segundo Galdi, os ativos da companhia sofreram com as mudanças no comando da mineradora, com a saída de Roger Agnelli e a entrada de Murilo Ferreira. Porém, para o ano que vem, as expectativas são um pouco melhores. "O desempenho ainda será ruim no primeiro semestre, com a crise na Europa que seguirá como pedra no sapato dos mercados, mas a situação para a mineradora terminará mais amena", acredita.
  Minha estratégia para meus clientes neste momento é diversificar a carteira com outras opções em ações e fundos multimercados, além de aproveitar o mercado de renda fixa, ainda bastante interessante.
  Bem, desejo a todos que me leem que tenham um Natal Maravilhoso e um 2012 repleto de saúde, paz, alegrias, amor e sucesso!!! Que 2012 chegue com muitas boas notícias!!
  Obrigada por sua parceria, ano que vem tem muito mais!!
  Fico por aqui, um grande abraço!


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Semana começando...

 Olá, pessoal, excelente início de semana a todos...

 No mercado, nenhuma novidade em relação ao tema Crise na Europa...

 Hoje as bolsas europeias fecharam em queda com o mercado preocupado em relação ao anúncio da agência de classificação Moody´s de que permanece a sua intenção de revisar o rating das economias da Zona do Euro no primeiro trimestre de 2012 (Alguém imaginou que seria diferente?? Qual a surpresa?)...

 Segundo a agência, a revisão deve-se à frustração com a falta de medidas concretas para o combate à atual crise da dívida na região. O anúncio sobre o acordo de 23 das 27 nações da União Europeia, conforme comentei aqui em outro post, buscando maior rigidez nas regras fiscais, não altera a visão de que a crise está em um estágio crítico e de volatilidade, com um cenário cada vez mais difícil para os formuladores de políticas conterem.

 Diante disso o presidente da França Nicolas Sarkozy afirmou que o país poderia superar a perda de seu rating "AAA", embora isso fosse um processo difícil.  "Seria uma dificuldade adicional, mas não insuperável. O importante é a credibilidade da nossa política econômica e nossa estratégia de reduzir gastos", afirmou o presidente ao jornal Le Monde. 

  Já outra agência de classificação de risco, a Fitch, reduziu sua estimativa para o crescimento das principais economias até 2013 e, apesar de ter mantido a visão de um desempenho mais robusto para os países emergentes, cortou também as projeções para o Brasil. No seu relatório trimestral, a Fitch revisou sua previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 3,5% para 2,8% neste ano. O prognóstico para 2012 é de expansão de 3,2% e, para 2013, de 4,5%. 

  Para a Europa "a Fitch espera que o crescimento na zona do euro se enfraqueça ainda mais, para apenas 0,4% em 2012, com as novas medidas de austeridade fiscal e deterioração das condições no mercado financeiro se refletindo em condições de crédito mais apertadas", destacou em nota Gergely Kiss, diretor da equipe de ratings soberanos da agência. Eles ainda estimam que o crescimento das principais economias será de 1,3% neste ano, 1,2% em 2012 e 1,9% em 2013. Para o grupo que forma o Bric, o prognóstico é de expansão de 6,3% em 2012 e de 6,6% em 2013.

 "Mas, em linha com o ciclo econômico das principais economias, China e Rússia irão desacelerar nos próximos anos. Brasil e Índia já experimentaram um forte desaquecimento este ano e a expectativa é de que ganhem algum impulso até 2013", acrescentou a agência. Assim desejamos também.... que venha logo 2012!!
 Um abraço, até a próxima,

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Reunião na Europa

 Olá, pessoal!! Sexta-feira chegando e nada de bons ventos do mercado, pelo menos por enquanto...
 Nas reuniões de ontem os líderes de 23 países europeus decidiram apoiar um novo tratado com supervisão mais rigorosa dos orçamentos nacionais na tentativa de convencer os mercados que o euro tem futuro em meio à crise da dívida, mas não conseguiram a adesão de outros quatro integrantes da União Europeia (UE), incluindo a Inglaterra.

 Mesmo depois do tão aguardado acordo, os líderes europeus têm uma dura tarefa à frente. Eles se reúnem novamente hoje para discutir o conteúdo exato do novo tratado e como aqueles que o desobedecerem serão policiados. A intenção é ter isso por escrito até março. Porém a Inglaterra (que não usa o euro) liderou o movimento contra o tratado unindo todos os 27 participantes da União Europeia a uma união fiscal maior, com a argumentação de que isso ameaçaria a soberania nacional e a indústria de serviços financeiros de Londres. A maioria dos países do bloco europeu estava inclinada a um amplo acordo da União Europeia para evitar uma divisão, mas Alemanha e França, as maiores economias da zona do euro, deixaram claro que um acerto entre os 17 membros do euro e mais aqueles que quisessem unir a ele era melhor do que nada.  Com isso ficaram fora, além da Inglaterra, a Hungria, a República Checa e a Suécia. 

 O presidente francês, Nicolas Sarkozy, jogou a culpa no primeiro-ministro britânico, David Cameron. "Cameron fez uma proposta que nos pareceu inaceitável, um protocolo para o tratado que exoneraria o Reino Unido de uma série de regulamentações dos serviços financeiros", disse o dirigente da França segundo o jornal Valor Online. "Não podemos aceitar isso. Consideramos, pelo contrário, que parte dos problemas do mundo é consequência da falta de regulamentações dos serviços financeiros. Se você quer uma cláusula de saída para não estar no euro e pedir para participar de todas as decisões do euro, mesmo criticando-o, isto não é possível", afirmou Sarkozy.  Cameron, por sua vez segundo a reportagem, defendeu sua posição. "O que estava sendo oferecido não é de interesse da Inglaterra e, por isso, não concordei", disse a jornalistas em Bruxelas. "Não estamos no euro e estou contente por não estarmos no euro", acrescentou. "Nunca vamos nos unir ao euro e nunca vamos abrir mão deste tipo de soberania que estes países estão tendo de fazer", emendou.

 Conforme o comunicado emitido ao fim do encontro, os governos incluídos no acordo vão precisar ter orçamentos equilibrados, com déficit estrutural não podendo superar 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), e vão ter de fazer emendas em suas Constituições para incluir tal requerimento. O tratado deve envolver um "mecanismo de correção automática" para países que violarem as regras. Além disso, aqueles que administrarem um déficit acima de 3% vão sofrer sanções. Para evitar tais déficits, os países devem submeter seus orçamentos nacionais à Comissão Europeia, que vai ter a autoridade para solicitar que as contas sejam revistas. Os países devem ainda reportar antecipadamente seus planos de financiamento. "Ainda não acabou, mas a zona do euro está em um bom caminho em direção de um pacto fiscal e esperançosa de salvar o euro", comentou o economista europeu do ING, Carsten Brzenski.

 Os governos signatários do novo tratado terão de concordar com uma intervenção sem precedentes nos orçamentos nacionais por organismos da União Europeia. O acordo vai depender da Comissão Europeia e do Tribunal Europeu de Justiça para aplicar as regras. Ainda segundo a reportagem, apesar dos desafios à frente a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, comemorou o acordo. "Sempre disse que os 17 Estados do grupo do euro vão reconquistar a credibilidade. E eu acredito que, com as decisões de hoje, isso pode e vair ser conseguido", destacou. Alemanha e França insistem que o melhor caminho para ter de volta a confiança do mercado é melhorar a governança financeira, vigiando os países da zona do euro e seus orçamentos. Para muitos outros países e economistas, contudo, recobrar a confiança dos investidores no curto prazo depende de a zona do euro ter dinheiro disponível para garantir que os países não vão deixar de honrar seus compromissos.

 Quase no fim da reunião, o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, disse que a zona do euro, junto com alguns outros integrantes da União Europeia, vai prover até 200 bilhões de euros em recursos extras para o Fundo Monetário Internacional (FMI), para serem usados para ajudar os países a ajeitar suas contas. A Suécia e a Dinamarca, fora do euro, já avisaram que vão contribuir com algum dinheiro extra.  Tomara....

Bom, o imbróglio ainda continua....  com estas notícias o mercado asiático fechou suas bolsas em queda. Já a Europa está abrindo em alta, vamos ver como a nossa bolsa reagirá..

Fico por aqui, até a próxima....... tenha um excelente final de semana!!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Notícias do dia..

  Olá, pessoal...
  O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no terceiro trimestre foi ZERO.... Com isso e a redução da expansão do primeiro e segundo trimestres e a expectativa do governo de encerrar o último trimestre do ano com uma expansão de 0,5% apenas, o crescimento econômico do ano não deverá passar de 3%. Segundo informações do jornal Valor, a queda (caso confirmado esse desempenho) será forte comparada a 2010. Mas, confrontada com a dramática crise na zona do euro e com o baixo crescimento da economia americana, não terá sido um resultado muito ruim...
  Agora, o grande desafio fica para 2012. Segundo a reportagem, a presidente Dilma Rousseff não quer que seus dois primeiros anos de mandato sejam de crescimento modesto. Este ano já se sabia que o nível de atividade teria que cair para um patamar abaixo do PIB potencial (estimado entre 4,5% e 5%) para conter o processo de aceleração da inflação que começou no segundo semestre de 2010. Nesse sentido, foram adotadas as medidas macroprudenciais no fim do ano passado e o aumento da taxa de juros que ocorreu até julho deste ano.

  A combinação do aperto no crédito ao consumo, decorrente das ações macroprudenciais, com a elevação do custo do dinheiro revelou-se mais potente do que imaginava o próprio governo. A atividade caiu. A inflação, que chegou à casa dos 7% em outubro, começou a cair. O IPCA será beneficiado até abril pelo efeito estatístico – saem os índices elevados de outubro a abril passados e entram variações mais moderadas agora.

  Porém não é possível ainda prever se a taxa de inflação este ano ficará mesmo no teto da meta de 6,5% com mas medidas tomadas ou se ultrapassará esse patamar.  Essa é uma informação que faz muita diferença para o Banco Central. Pois se o IPCA superar o teto da meta , o BC terá que escrever uma carta aberta ao Ministro da Fazenda explicando porque isso ocorreu e o que fará para reverter esse processo, dado que o compromisso do governo e a missão da autoridade monetária é de levar a inflação para o centro da meta de 4,5% no próximo ano.

  Já o Ministério da Fazenda, por sua vez, está empenhado em retomar a trajetória de crescimento em 2012 segundo o jornal. Espera que, no mínimo, a expansão do PIB chegue a 4%. Mas gostaria mesmo é que atingisse 5%. Em uma primeira avaliação, os técnicos da Fazenda acreditam que o aumento do salário mínimo e a queda dos juros já serão fatores suficientes para garantir em 2012 uma performance melhor do que a deste ano. Tomara...

 Bom, só nos resta acompanhar!! E que venha logo 2012.... Até a próxima!

domingo, 4 de dezembro de 2011

Semana Decisiva!!

 Olá, pessoal....
 Algumas notícias para acompanharmos esta semana decisiva para a Zona do Euro....  Ah, e parabéns aos meus seguidores corintianos, pois a semana deles já foi decidida... embora eu seja são-paulina, infelizmente tenho que reconhecer que o título foi merecido...
  A semana foi positiva para a bolsa brasileira, com o Ibovespa quebrando a seqüência de quatro semanas de quedas, fechando esta última em alta de 5,45%. O desempenho teve influência da série de notícias positivas vindas do mercado externo. Além disso, medidas macroprudenciais anunciadas pelo Governo no front doméstico reduziram a aversão ao risco dos investidores, contribuindo para a melhora do desempenho do benchmark brasileiro. 
  Entre as notícias que melhoraram o humor do mercado, temos nos EUA os dados econômicos que vieram predominantemente positivos, com destaque para o Relatório de Desemprego, que surpreendeu o mercado com a redução de 8,6% na taxa de novembro. Em complemento, a ação coordenada do BCE (Banco Central Europeu) liderada pelo Federal Reserve, dando liquidez para os bancos europeus, reduziu o temor do mercado. 

 Semana Decisiva:

 Europa: O foco será sem dúvida a busca de soluções para a Crise da Zona do Euro.    A semana será pautada por uma série de encontros de líderes na região. Já amanhã (dia 05), a chanceler alemã, Angela Merkel e o presidente francês Nicolas Sarkozy se reunirão para alinhar as ideias a serem discutidas no encontro entre os líderes da região, que está marcado para os dias 8 e 9 de dezembro e que deverá ser decisivo, pois o mercado não vai dar mais uma chance para os europeus. Ou se toma uma decisão razoável sobre esta crise, ou a situação piorará de vez...

 China: seu Banco Central reduziu em 0,5 ponto percentual a alíquota do compulsório bancário, dando sinais positivos ao mercado, que teme uma desaceleração agressiva da economia na região. Porém o mercado ainda poderá oscilar dependendo dos dados sobre a economia que serão divulgados na semana, como produção industrial e vendas no varejo, além do indicador de inflação deless. Há uma expectativa que este dado possa vir com desaceleração, o que será muito bem-vindo para os investidores.

  Brasil: Por aqui o destaque ficou, como eu já havia comentado, para as medidas de incentivo ao crédito anunciadas pelo Governo. Também tivemos a decisão da última reunião do Copom de 2011, fechando o ano com a SELIC em 11%. Para acompanharmos na semana, o destaque será a divulgação do PIB (Produto Interno Bruto) do terceiro trimestre de 2011 e para o IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo), publicados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas).

Bem, por enquanto fico por aqui, até a próxima!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Dezembro quente!!!

  Olá, pessoal,   Dezembro começando animado para os mercados!!
  Primeiramente no âmbito comercial o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou há pouco reduções do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) para produtos eletrodomésticos da linha branca.  No caso de fogão, a incidência do IPI passa de 4% para zero. No de geladeira, de 15% para 5%. No da máquina de lavar, de 20% para 10% e no caso das lavadoras semi-automáticas (tanquinhos), de 10% para zero. De acordo com o ministro, as reduções já valem para os produtos que estão nas lojas a partir de hoje.  Estas medidas ficarão em vigor até o dia 31 de março de 2012º Diário Oficial da União em edição extraordinária ainda hoje.

  Já nos mercados, o governo também reduziu a alíquota de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre crédito ao consumidor, de 3% para 2,5%, e eliminou o IOF de 2% que incide sobre a aplicação de investidores estrangeiros em ações na Bovespa. Segundo Mantega, o "custo financeiro no Brasil, ainda muito alto, está sendo reduzido". Além disso, zerou a alíquota de 6% do IOF que os investidores estrangeiros recolhiam quando aplicavam em debêntures emitidas por empresas com projetos de infraestrutura. Com isso, o Ibovespa até o momento acumulava alta acima de 1,7%, alguns analistas acreditam que até o final do ano a nossa bolsa poderá buscar os 61 mil pontos.... Bastante otimistas...
  É que no âmbito doméstico há mesmo sinais para esta valorização: ontem com a redução de 0,5% na taxa de juros (SELIC) o mercado fecha 2011 com juros (altíssimos ainda, diga-se de passagem) em 11%, mantendo a inflação ainda perto do teto da meta. Realmente o otimismo vem crescendo... e pela terceira vez consecutiva em novembro, apresentando alta de 0,4%, na comparação com outubro. A alta acumulada nos últimos três meses foi de 1,3%. E ainda os consumidores podem aproveitar as compras de final de ano para aderirem ao Cadastro Positivo, pois os bons pagadores já vão começar a se beneficiar com juros diferenciados no início de 2012. De acordo com a Serasa, algumas empresas focadas no financiamento de veículos vai oferecer redução de até 20% nas taxas de juros, muito bom mesmo!!

 Saiba mais: Como participar:

  Os consumidores pode aderir ao cadastro positivo pelo site da Serasa (www.serasaexperian.com.br/cadastropositivo), indo a uma agência da Serasa ou se cadastrando nas empresas com as quais mantêm relação de crédito.
 Pelo site, o consumidor irá preencher um termo de autorização de inclusão no cadastro, fornecendo dados pessoais. Na sequência deverá imprimir esse formulário, assiná-lo e reconhecer firma, o que garante a segurança do processo. O termo deve ser enviado pelo correio à Serasa Experian, com cópias autenticadas do CPF e da carteira de identidade. Em um prazo de sete dias, a partir do recebimento dos documentos, o consumidor será incluído no cadastro positivo. Caso opte por ir a uma agência da Serasa Experian e fazer a adesão ao cadastro positivo, não é necessário reconhecer firma da assinatura. Basta apresentar um documento de identidade com foto original ou cópia autenticada. Em um prazo de uma semana, o CPF já está incluído no cadastro. A relação dos endereços das agências também está no site da Serasa. E finalizando, caso o consumidor opte pela última alternativa, ele deve pedir para a empresa que inclua seu CPF no cadastro positivo.
  Bom, fico por aqui, até a próxima!!